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    <title>Núcleo Interdisciplinar em Envelhecimento UFG</title>
    <description>Núcleo Interdisciplinar em Envelhecimento UFG - NIPEE Envelhecimento</description>
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      <title>III Congresso Internacional de Tecnologia e Inovação em Gerontologia terá participação do Núcleo UFG 60+</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="
III Congresso Internacional de Tecnologia e Inovação em Gerontologia" title="
III Congresso Internacional de Tecnologia e Inovação em Gerontologia" src="http://envelhecimento.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1543/o/Captura_de_Tela_2026-04-03_a%CC%80s_15.34.33.png?1775241374" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;O Núcleo Interdisciplinar em Envelhecimento da Universidade Federal de Goiás (UFG 60+) é um dos organizadores do III Congresso Internacional de Tecnologia e Inovação em Gerontologia (CITIG), que acontece nos dias 17, 18 e 19 de junho, em Brasília. O evento reunirá pesquisadores, profissionais e estudantes para discutir novas formas de pensar o envelhecimento, com foco em inovação e aplicação prática.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class="a_GcMg font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none"&gt;O congresso é organizado por meio da parceria entre Universidade de Brasília (UnB), por meio da UniSER (Universidade do Envelhecer), o Centro Integrado de Ensino e Pesquisa (CIU), juntamente com a Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG), o Centro Universitário UniEuro e o Núcleo UFG 60+.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Durante a programação, o Núcleo UFG 60+ estará presente em mesas-redondas e outras atividades, contribuindo com especialistas e pesquisadores para o debate sobre envelhecimento e inovação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A proposta do CITIG é discutir o envelhecimento de forma mais ampla, considerando não apenas aspectos da saúde, mas também fatores sociais, tecnológicos e culturais. Ao longo dos três dias, serão construídas propostas, diretrizes e ideias que possam ser aplicadas tanto na academia quanto em políticas públicas e inovações sociais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para mais informações e inscrições, acesse o site do evento através do link: &lt;a href="https://citig2026.centrointegradouniser.com/"&gt;https://citig2026.centrointegradouniser.com/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1543/o/Captura_de_Tela_2026-04-03_a%CC%80s_15.34.33.png" alt="III Congresso Internacional de Tecnologia e Inovação em Gerontologia" width="700" height="406" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 03 Apr 2026 15:39:50 -0300</pubDate>
      <link>https://envelhecimento.ufg.br/n/199916-iii-congresso-internacional-de-tecnologia-e-inovacao-em-gerontologia-tera-participacao-do-nucleo-ufg-60</link>
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      <title>Conheça, se engaje e se responsabilize: UFG pela Vida de Todas</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="MG_2948.png" title="MG_2948.png" src="http://envelhecimento.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1/o/IMG_2948.png?1772820026" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Campanha permanente realiza ações concretas contra a violência e em prol das mulheres&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Texto: Caroline Pires&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo dados da &lt;a href="https://www.unodc.org/cofrb/uploads/documents/Publicacoes_Globais/Femicide_Brief_2025.pdf"&gt;Organização das Nações Unidas&lt;/a&gt;, no ano de 2024, 50 mil mulheres e meninas foram mortas por parceiros íntimos ou familiares. Esse alarmante número aponta que houve um assassinato a cada 10 minutos no mundo. Ciente da sua missão de se posicionar de maneira incisiva contra a violência, seja nos ambientes acadêmicos ou fora deles, a Universidade Federal de Goiás (UFG) realiza durante todo o mês de março uma série de ações para combater essa realidade e engajar a comunidade para, não só refletir, mas agir em prol das mulheres. As atividades serão iniciadas na segunda-feira (9/3), mas a ideia é que os legados e as inovações sigam impactando as rotinas na UFG e promovendo mudanças na realidade acadêmica dos estudantes, servidoras e servidores, além de alcançar toda a sociedade. Encerrando o mês, no dia 24 de março, a UFG irá realizar um evento, com a ministra das Mulheres, Márcia Lopes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A titular da Secretaria de Inclusão (SIN) da UFG, Jaqueline Araújo, considera que é fundamental a sociedade brasileira se mobilizar de modo a combater a violência contra a mulher. “A UFG, Instituição comprometida com a justiça social e a transformação da sociedade, se vê impelida a promover não só um debate sobre o tema, mas políticas e ações concretas que visem combater a violência contra a mulher e o feminicídio.” Focada em desenvolver atividades que impactam positivamente na vida das mulheres, a SIN encabeça ações que vão ao encontro do Pacto Nacional de Prevenção aos Feminicídios, reforçado pelo Pacto Brasil contra o Feminicídio assinado entre os três Poderes para o enfrentamento do feminicídio. Vale destacar que, desde 2018, a Universidade instituiu a Comissão Permanente de Prevenção e Enfrentamento ao Assédio Moral, Sexual, Importunação Sexual e Discriminação na UFG. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Jaqueline explica ainda que a campanha conta com atividades desenvolvidas de maneira compartilhada entre as diversas secretarias, pró-reitorias, órgãos e unidades acadêmicas da UFG, além do Sindicato dos Docentes das Universidades Federais de Goiás (Adufg Sindicato), Sindicato dos Trabalhadores Técnico-Administrativos em Educação das Instituições Federais de Ensino Superior do Estado de Goiás (Sintifes-GO), Diretório Central dos Estudantes (DCE), além das direções de todos os campi da UFG.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Intervenção artística&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A expectativa é que juntos, todos se empenhem em pensar ações concretas que possam colaborar de uma maneira efetiva para a prevenção a todos os tipos de violência contra a mulher. De maneira simbólica, a Universidade irá aderir o projeto Banco Vermelho, que é uma intervenção artística com o objetivo de incentivar as pessoas a sentarem, refletirem e agirem contra o feminicídio. Assim, será construído um grande banco vermelho, como forma de monumento, a ser instalado no Campus Samambaia, e outros bancos serão instalados nos demais campi da UFG. A adesão ao projeto está em consonância com Protocolo de Intenções para Prevenção, Acolhimento e Enfrentamento da Violência contra as Mulheres nas Universidades Federais. A iniciativa foi articulada  entre o Ministério das Mulheres, o Ministério da Educação e a Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A proposta é que todas as ações sejam desenvolvidas de maneira permanente e multidisciplinar visando o enfrentamento à violência de gênero.  “Queremos que os bancos representem o lembrete constante de que a violência contra a mulher não deve ser normalizada e que toda a sociedade deve assumir a responsabilidade de agir contra esse cenário”, destaca a secretária.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Também de forma concreta e impactando diretamente no dia a dia da comunidade estudantil, a UFG também inicia no mês de março três ações relacionadas às mulheres. A primeira delas é a criação de uma Ouvidoria da Mulher e questões de gênero, que terá como finalidade ser um canal especializado de escuta, acolhimento e orientação, destinado a receber denúncias e demandas sobre igualdade de gênero, violência doméstica ou assédio. “Queremos que a UFG atue por meio de um atendimento humanizado, sigiloso e de encaminhamento dos casos às autoridades competentes”, conclui Jaqueline.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ainda no mês de março, a Secretaria de Promoção da Segurança e Direitos Humanos (SDH), em parceria com Secretaria de Tecnologia e Informação (SeTI), irá implementar um botão de pânico no aplicativo Minha UFG, como parte das atividades do Programa Segurança Mulher na UFG. A previsão é que a funcionalidade esteja em pleno funcionamento no mês de maio. Assim, será possível que, apenas com um clique, a equipe da SDH seja acionada para prestar atendimento em qualquer lugar da UFG, utilizando a localização do usuário em tempo real.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Observatório da Mulher&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Outra ação, nascida por iniciativa da Pró-Reitoria de Pós-Graduação, é a criação do Observatório da Mulher, que é uma ferramenta que compila e monitora pesquisas produzidas por mulheres ou sobre mulheres e questões de gênero.  Já o Museu Antropológico da UFG também irá participar das atividades promovendo uma roda de conversa com o tema “Violência de gênero contra mulheres indígenas e suas ações de enfrentamento”. O objetivo é promover essa discussão também na perspectiva indígena. Na ocasião serão homenageadas personalidades que são referência nessa luta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Dados do Painel de Violência contra a Mulher do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que traz compilados desde 2020, mostram que houve um aumento de 17% de casos de feminicídio em 2025 em relação ao ano anterior e que quadruplicou o número de casos, desde 2020 até 2025, do número de mulheres assassinadas. Os dados do Painel de Violência contra a Mulher do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) também mostram que foram concedidas medidas protetivas para 621.202 mulheres, havendo um aumento de cerca de 9.000 medidas protetivas concedidas à mulher, em relação a 2024. Também houve um aumento dos casos de violência contra a mulher, que passou de aproximadamente 1 milhão de casos em 2024 para cerca de 1,1 milhão de casos em 2025, ou seja, um aumento de quase 90 mil casos em um ano. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Diante dessa realidade, a reitora da UFG, Sandramara Matias Chaves, complementa afirmando que “essa ação coloca a Universidade como protagonista e articuladora das ações entre diversas outras instituições. Essa soma de esforços é fundamental para que possamos alcançar o impacto e a transformação social que o tema merece”, finaliza.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1/o/UFGpelavidadetodas_17_03.png" alt=" UFGpelavidadetodas_17_03.png" width="700" height="1863" /&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 05 Mar 2026 17:27:49 -0300</pubDate>
      <link>https://envelhecimento.ufg.br/n/199044-conheca-se-engaje-e-se-responsabilize-ufg-pela-vida-de-todas</link>
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      <title>Núcleo UFG 60+ segue representando a Universidade no CEDPI/GO</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Coordenadoras do Núcleo UFG 60+ seguem representando a Universidade no Conselho Estadual dos Direitos da Pessoa Idosa de Goiás" title="Coordenadoras do Núcleo UFG 60+ seguem representando a Universidade no Conselho Estadual dos Direitos da Pessoa Idosa de Goiás" src="http://envelhecimento.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1543/o/WhatsApp_Image_2026-02-24_at_16.33.55.jpeg?1771961830" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;As coordenadoras Ruth Losada e Valéria Pagotto foram reconduzidas para o biênio 2026-2028 do Conselho Estadual dos Direitos da Pessoa Idosa&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;A Universidade Federal de Goiás (UFG), por meio do Núcleo Interdisciplinar em Envelhecimento (UFG 60+), mantém sua participação no Conselho Estadual dos Direitos da Pessoa Idosa (CEDPI/GO), reforçando o compromisso institucional com a formulação e o acompanhamento de políticas públicas voltadas à população idosa no Estado de Goiás.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;Foram reconduzidas para o mandato de dois anos, referente ao biênio 2026-2028, as professoras Ruth Losada de Menezes, coordenadora do Núcleo UFG 60+, e Valéria Pagotto, vice-coordenadora, como representantes da UFG no colegiado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;Integrante da estrutura organizacional básica da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social, o CEDPI/GO é um órgão colegiado responsável por propor, acompanhar e fiscalizar políticas públicas destinadas à garantia dos direitos da pessoa idosa no estado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span&gt;A recondução das representantes da UFG reafirma o papel da Universidade na articulação entre produção de conhecimento, gestão pública e controle social, fortalecendo a defesa dos direitos e da cidadania da população idosa.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 24 Feb 2026 16:38:00 -0300</pubDate>
      <link>https://envelhecimento.ufg.br/n/198725-nucleo-ufg-60-segue-representando-a-universidade-no-cedpi-go</link>
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      <title>O que define o envelhecimento e o que você irá fazer com o seu?</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="capa envelhecimento" title="capa envelhecimento" src="http://envelhecimento.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/_UFG1853.jpg?1760442806" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;NIPEE UFG 60+ convida comunidade para discutir o papel das universidades nesse processo&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Caroline Pires&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pensar o envelhecimento, em suas diversas dimensões, não é uma tarefa simples ou que deve ser pensada de maneira isolada. Consciente da importância do tema e entendendo a seriedade dos múltiplos fatores que a compõem, o Conselho Universitário da Universidade Federal de Goiás (UFG) criou, há um ano, o Núcleo Interdisciplinar em Envelhecimento (NIPEE UFG 60+), que comemorou a data com a realização do 1º Simpósio Interdisciplinar em Envelhecimento, realizado no auditório da Adufg-Sindicato, no dia 10 de outubro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Depois desse ano de intensas atividades, que transitaram desde ações de extensão à pesquisa e inserção de disciplinas relacionadas à área no ensino, a expectativa é seguir atuando em prol do compromisso com o envelhecimento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://ufg.br/a/1-simposio-interdisciplinar-em-envelhecimento-da-ufg-10-10-2025"&gt;Acesse o álbum de fotos do evento.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;em&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/_UFG1930.jpg" alt="simpósio envelhecimento" width="700" height="467" /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;em&gt;Simpósio comemora um ano do NIPEE UFG 60+ (Foto: Evelyn Parreira/Secom UFG)&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ciente de que transformar toda uma cultura de surdez quanto ao envelhecimento também é uma missão da UFG, a coordenadora do NIPEE 60+ considera que o trabalho já realizado marca o início de todo o potencial de atuação de uma equipe multidisciplinar, coesa e participativa sobre a temática. Segundo a professora, assim como uma gota de água caindo em um rio ecoa, ela espera que as ações do Núcleo continuem reverberando e alterando a cultura sobre o envelhecimento, dentro e fora da Universidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"Nós trabalhamos a várias mãos, com participação de estudantes e professores de diversas Unidades Acadêmicas, atuando para nosso público interno, mas também promovendo iniciativas que alcancem toda a sociedade", destacou Ruth Lousada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para contribuir com as discussões na UFG, a organização do evento convocou especialistas que são referência nas discussões sobre o envelhecimento no Brasil. Somando diferentes perspectivas, foi possível traçar um panorama dos desafios e instigar os presentes a refletir sobre braços de ação, em suas áreas de atuação na Universidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/_UFG1825.jpg" alt="simpósio envelhecimento" width="700" height="467" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Evento foi realizado no auditório da Adufg (Foto: Evelyn Parreira/Secom UFG)&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Lembrando que a velhice deve ser vista de uma maneira heterogênea, Cristina Hoffmann, consultora para a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) e a Organização Mundial da Saúde (OMS), deu início à mesa-redonda do evento e destacou que cada cultura e local devem ser examinados de maneira única.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"São muitos os determinantes que impactam no nosso envelhecer e por isso é tão importante pensarmos a partir das diferentes políticas", defendeu. Ela lançou o desafio para as universidades públicas, que precisam se preocupar em inserir disciplinas que abarquem o tema do envelhecimento, pensando a multidisciplinaridade do tema.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Apresentando que as expectativas de vida variam de acordo com o grupo, o envelhecimento deve ser discutido na integração de diferentes políticas. "O envelhecer nos exige um olhar longitudinal que não se baseia na dicotomia saúde e doença, mas sim no acompanhamento ao longo do tempo", afirmou. Em 2020, a OMS definiu que esta seria a década do envelhecimento saudável, e colocou como eixos principais: combater o etarismo, transformar os ambientes de forma a torná-los mais adequados, entrega e serviços integrados e o acesso a cuidados de longo prazo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Humanização do atendimento&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"O que define a velhice hoje?". Foi com essa frase, instigando todos a pensarem o gráfico sobre o crescimento da população idosa no Brasil, que Karla Giacomin, médica geriatra, afirmou que a partir de 2050 o país terá mais de 30% da sua população de idosos. Essa realidade demanda que seja mantida a noção "do todo e da pessoa por inteiro, por isso precisamos caminhar na contramão do que usualmente se diz e demandar a necessidade de uma formação generalista e humanista", defendeu.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Diante dessa realidade é preciso que as universidades estejam atentas, especialmente no que se refere à extensão e à sua atuação direta na formação de políticas públicas. "Precisamos criar mecanismos para tirar as pessoas da pobreza e esse papel também é do Estado, que atende 80% da população idosa brasileira que depende só do Sistema Único de Saúde. Precisamos romper com a surdez social quanto ao envelhecimento", finalizou.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pensando nos desafios e avanços da gerontologia, Tiago Alexandre, docente da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), acrescentou às discussões a tentativa de se manter as capacidades mentais e físicas antes que as situações se estabeleçam na vida do indivíduo. De acordo com o pesquisador, apesar das particularidades, os fatores de risco são conhecidos para as pessoas idosas. Dados apontam que no Brasil hoje 1,85 milhão de pessoas vivem com demência, e 20% delas não são diagnosticadas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"Há problemas de segurança domiciliar e pessoal e sem manejo dos seus sintomas. Além disso, os cuidadores também estão exauridos nesse processo, já que em média elas prestam em média mais de dez horas de dedicação a essas pessoas", apresentou. Esse enorme problema que ultrapassa as questões familiares e não tem solução simples também passa por pesquisas. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Encerrando as falas da tarde, Elisa Franco de Assis Costa, docente da Faculdade de Medicina da UFG, destacou que o avanço da expectativa de vida é ao mesmo tempo uma conquista, mas também um desafio. Segundo ela, há uma surdez com relação ao envelhecer e é criada uma oposição com a juventude, o que acaba por aprofundar o problema da relação intergeracional.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"Isso demanda ainda mais a necessidade de que a formação dos profissionais seja ampliada. Todos os profissionais, e não só da área da saúde, precisam dessa visão abrangente", finalizou.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/WhatsApp_Image_2025-10-13_at_18.10.40.jpeg" alt="simpósio envelhecimento" width="700" height="394" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Palestrantes discutiram os desafios do envelhecimento na atualidade (Foto: Evelyn Parreira/Secom UFG)&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Abertura&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Emocionando os presentes, o Coral Vozes do Sindicato dos Docentes das Universidades Federais de Goiás (Adufg) deu início às atividades do simpósio e apresentou duas canções, acompanhado pelo público, que interagiu com os componentes do conjunto. O coral reforça que, mesmo aposentados, os professores estão ativos e participativos na vida da Universidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/_UFG1791.jpg" alt="simpósio envelhecimento" width="700" height="467" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;em&gt;Coral Vozes da Adufg-Sindicato abriu o evento (Foto: Evelyn Parreira/Secom UFG)&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Reforçando a importância do Centro em Referência à Saúde da Pessoa Idosa (Craspi), seu coordenador e paciente, Alcione Vieira, falou que o espaço é um dos poucos de Goiânia onde os idosos são acolhidos com respeito e consideração. "Façam uma visita para conhecer nosso trabalho e a maneira fabulosa como tratamos cada um que chega lá", convidou.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A presidente do Conselho Estadual de Pessoa Idosa, Biany Lourenço, lembrou que o Coral Vozes da Adufg emocionou e representa a força dos idosos. De acordo com ela, mais do que proteção, as pessoas idosas demandam um processo permanente de promoção da saúde. "Não conseguiremos fazer isso sem a Universidade, que nos auxilia a pensar e implementar políticas públicas que realmente sejam efetivas", defendeu.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A diretora executiva da Fundação de Apoio à Pesquisa (Funape), Sandramara Matias Chaves, afirmou que todos os 60+ da Universidade ainda têm muito a contribuir "para que tenhamos um mundo mais igualitário, onde as pessoas mais idosas sejam respeitadas, incluídas e ativas em nossa sociedade". Sandramara foi eleita reitora da UFG para o mandato 2026-2030.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Já o atual vice-reitor da UFG, Jesiel Freitas Carvalho, lembrou que o Conselho Universitário aprovou a resolução para servidores sêniores recentemente, com o objetivo de promover que, aqueles que desejem, possam continuar atuando nas atividades da universidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Além disso, citou o projeto UFG Conexão Para Toda a Vida, que acolhe e realiza ações para os servidores aposentados da instituição. "Ficamos muito felizes de poder constatar todas essas conquistas do NIPPE 60+ em tão pouco tempo após a sua criação", destacou.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/_UFG2109.jpg" alt="simpósio envelhecimento" width="700" height="467" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;Abertura teve a presença de autoridades e gestores (Foto: Evelyn Parreira/Secom UFG)&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O que é o NIPEE 60+?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O NIPEE UFG 60+ surge com o propósito de integrar esses esforços, promovendo o envelhecimento saudável e participativo e consolidando a UFG como referência nessa área. A iniciativa reflete o compromisso institucional da Universidade com o envelhecimento humano, articulando ensino, pesquisa e extensão em uma abordagem interdisciplinar e multidimensional.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A UFG acumulou, ao longo das últimas décadas, uma significativa trajetória voltada ao público idoso, com ações conduzidas por servidores de diversas unidades acadêmicas. O NIPEE UFG 60+ surge com o propósito de integrar esses esforços, promovendo o envelhecimento saudável e participativo e consolidando a UFG como referência nessa área.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No âmbito da pesquisa, o Núcleo visa fomentar estudos sobre os múltiplos aspectos do envelhecimento humano, formando recursos humanos qualificados e ampliando a produção científica. Pretende-se criar parcerias com agências de fomento estaduais e nacionais para estimular editais voltados ao tema, além de fortalecer a colaboração com centros de excelência no Brasil e no exterior.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O espaço interdisciplinar oferecido pelo NIPEE busca consolidar a Universidade como protagonista na produção de conhecimento científico sobre o envelhecimento, contribuindo para uma compreensão mais ampla e profunda desse processo da vida.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No ensino, o NIPEE UFG 60+ propõe a integração da temática do envelhecimento nos currículos acadêmicos e a oferta de disciplinas específicas. Aumentar a participação de pessoas idosas em cursos de graduação e pós-graduação também é uma prioridade, reconhecendo que o aprendizado acontece ao longo de toda a vida.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Universidade está aberta para acolher novos e antigos alunos, promovendo uma cultura de respeito, inclusão e combate ao ageísmo, essencial para construir uma comunidade acadêmica diversa e acolhedora.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na extensão, o Núcleo busca estreitar os laços entre a UFG e a população idosa, promovendo ações voltadas ao envelhecimento participativo, ativo e saudável. Também se destaca o olhar atento para a própria comunidade interna da universidade, que atualmente conta com 312 docentes e 376 técnicos administrativos permanentes com mais de 60 anos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Estão sendo planejadas ações que valorizem as contribuições dos servidores idosos e ofereçam suporte na preparação para a aposentadoria, reconhecendo o papel essencial desses trabalhadores na construção da Universidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style="background-color: #f2f2f2; padding: 20px; border-top: 2px solid #00458a; font-family: Arial, sans-serif; width: 100%; box-sizing: border-box;"&gt;
&lt;div style="max-width: 1200px; margin: 0 auto;"&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 15px; color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;Receba notícias de ciência no seu celular&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Siga o &lt;strong&gt;&lt;a href="https://whatsapp.com/channel/0029VanjBwGAjPXKH1VS0f1H" target="_blank" rel="noopener"&gt;Canal do Jornal UFG no WhatsApp&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; e nosso perfil no &lt;strong&gt;&lt;a href="https://www.instagram.com/jornalufg/" target="_blank" rel="noopener"&gt;Instagram&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;É da UFG e quer divulgar sua pesquisa ou projeto de extensão?&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="https://forms.gle/ogoDPTdJLbws4Cso9" target="_blank" rel="noopener"&gt;Preencha aqui&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; o formulário.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;Comentários e sugestões&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;a href="mailto:jornal@ufg.br" target="_blank" rel="noopener"&gt;jornalufg@ufg.br&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;Política de uso&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A reprodução de matérias e fotografias é livre mediante a citação do Jornal UFG e do autor.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 14 Oct 2025 08:19:32 -0300</pubDate>
      <link>https://envelhecimento.ufg.br/n/195563-o-que-define-o-envelhecimento-e-o-que-voce-ira-fazer-com-o-seu</link>
      <guid>https://envelhecimento.ufg.br/n/195563-o-que-define-o-envelhecimento-e-o-que-voce-ira-fazer-com-o-seu</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Na contramão do etarismo: pesquisa revela trajetórias de estudantes 60+ na UFG</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Capa idosos" title="Capa idosos" src="http://envelhecimento.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/idosos.png?1760027857" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Eles superam preconceitos, reinventam a velhice e são cada vez mais presentes na Universidade&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center; margin-bottom: 0;"&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/idosos123.jpg" alt="Idosos" width="1000" height="382" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center; font-size: 12pt; line-height: 1.2; padding-top: 5px;"&gt;&lt;em&gt;Paulo Marra foi personagem de uma reportagem do Jornal UFG em 2016, quando cursava Filosofia (Foto: Carlos Siqueira/Secom UFG)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Kharen Stecca&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Realizar sonhos interrompidos na juventude, continuar ativo mesmo após a aposentadoria e ainda buscar aperfeiçoamento profissional contínuo: muitas são as motivações que levam pessoas com mais de 60 anos a iniciarem uma graduação. Esse público, já muito distante da faixa etária considerada "esperada" nas universidades, que é entre 18 e 24 anos, tem aumentado sua presença nas instituições e mostra uma mudança social e cultural do nosso tempo. Uma &lt;a href="https://repositorio.bc.ufg.br/tede/items/594fd5a1-b005-4552-96df-dbeb24bceb9e" target="_blank" rel="noopener"&gt;pesquisa etnográfica&lt;/a&gt; realizada na Universidade Federal de Goiás (UFG) revela que estudantes com 60 anos ou mais estão redefinindo ativamente os significados da velhice, desafiando a ideia de que a universidade é um espaço exclusivo para jovens.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A pesquisa de doutorado, defendida em maio de 2025, foi realizada no Programa de Pós-Graduação em Antropologia da UFG por Delson Ferreira, hoje com 68 anos e professor do Instituto Federal Goiano (IF Goiano). O projeto também faz parte do &lt;a href="https://lex.fcs.ufg.br/" target="_blank" rel="noopener"&gt;Laboratório de Experimentações Etnográficas e Marcadores Sociais das Diferenças&lt;/a&gt;, da Faculdade de Ciências Sociais (FCS) da UFG e foi orientado pelo professor Carlos Eduardo Henning.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Delson também foi um estudante nesta faixa etária e buscou explorar as experiências deste público em um local onde a juventude é, em peso, o maior foco. Os principais achados da pesquisa indicam que, por meio de seus próprios agenciamentos, esses estudantes constroem experiências universitárias bem-sucedidas, tanto em termos de aprendizado quanto de realização pessoal. Eles enfrentam esse ambiente acadêmico historicamente centrado na juventude, lidando com preconceitos como o etarismo, muitas vezes sintetizado na pergunta "o que você está fazendo aqui?".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O que a pesquisa mostra é que o preconceito não é suficiente para barrar o avanço destas pessoas na universidade. Segundo Delson, normalmente esse é o impacto inicial no ingresso na graduação, mas logo isso passa e os grupos de estudantes se acostumam com os colegas. Não raramente, os idosos tornam-se referências nas turmas, justamente pela experiência de vida que possuem.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A pesquisa mostra uma nova perspectiva adotada por esses estudantes, que, em vez de se "desengajarem" socialmente – um papel tradicionalmente associado à aposentadoria e ao envelhecimento –, criam novos projetos e possibilidades para suas vidas, mostrando que a velhice pode ser um momento para realizar sonhos educacionais adiados ou iniciar novas jornadas de conhecimento. O que para muitas pessoas significa o fim de uma trajetória e um "dever cumprido" torna-se, para essas pessoas, uma possibilidade de novas realizações.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A intenção do pesquisador foi analisar essas narrativas etnográficas a partir de um olhar "de perto e de dentro", aproveitando sua proximidade etária com as pessoas entrevistadas. A tese buscou compreender como a experiência universitária contribui para produzir novos significados para a velhice desses estudantes. Além de investigar suas motivações e os impactos da graduação em suas vidas, o trabalho busca oferecer subsídios para a criação de políticas públicas voltadas para o acolhimento e a boa convivência com este público crescente no ensino superior brasileiro. A pesquisa adota uma abordagem "polifônica", buscando dar voz e protagonismo às histórias de vida dos próprios interlocutores e interlocutoras.&lt;/p&gt;
&lt;figure style="margin: 15px; float: right; width: 50%; text-align: center;"&gt;&lt;img style="width: 80%;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/243/o/RAIMUNDA.jpg" alt="Idosos" /&gt;
&lt;figcaption style="font-size: 0.9em; width: 80%; margin: 0 auto; text-align: right; line-height: 1.1; padding-top: 5px;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt;"&gt;&lt;em&gt;Raimundo Alves foi entrevistada pelo Jornal UFG quando cursava Ciências Sociais (Foto: Carlos Siqueira/Secom UFG)&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Entrevistados&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O estudo etnográfico foi realizado com 11 estudantes de graduação da UFG, sendo seis mulheres e cinco homens, com idades que variavam de 60 a 77 anos no momento das entrevistas. As entrevistas foram feitas por videoconferência, pois ainda foram coletadas no período da pandemia de covid-19. O perfil predominante dos entrevistados é de pessoas brancas (sete), pardas (três) e uma negra, todas cisgênero e heterossexuais. A maioria se identifica como de classe média ou média alta, e grande parte já estava aposentada. O pesquisador destaca a ausência, entre as pessoas respondentes, de indígenas ou LGBTQIA+, apontando uma limitação do campo no que se refere à diversidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As motivações para ingressar na universidade na maturidade são diversas e profundamente pessoais. Para alguns, é a realização de um sonho adiado na juventude, muitas vezes por conta de obrigações familiares ou de trabalho. Para outros, representa um novo projeto de vida após a aposentadoria, uma forma de se manterem ativos e engajados intelectualmente. Há também aqueles que buscam uma segunda ou terceira graduação por puro prazer de aprender ou para se aprofundar em uma área de interesse. Suas trajetórias educacionais são variadas: enquanto alguns já possuíam diplomas universitários, para outros era a primeira oportunidade de cursar o ensino superior.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;"O que você está fazendo aqui?"&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Apesar do sucesso e da satisfação, a jornada não é livre de desafios. O preconceito relacionado à idade, conhecido como etarismo, manifesta-se de formas sutis e diretas, como mostra a pesquisa. A pergunta "o que você está fazendo aqui?", feita por colegas e até professores, revela uma visão de que eles estariam "deslocados" ou "roubando a vaga" de um jovem.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Muitos enfrentam dificuldades com as tecnologias digitais usadas pela universidade, como a plataforma Sigaa, e relatam o cansaço de conciliar os estudos com a dupla jornada de trabalho e vida familiar. Ainda assim, as narrativas mostram seus agenciamentos cotidianos (conceito que significa que o estudante é responsável e conduz sua trajetória na instituição) e resiliência para superar esses obstáculos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Políticas públicas de acesso&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As experiências desses estudantes em cursos regulares de graduação na UFG diferem significativamente das oferecidas pelas Universidades da Terceira Idade (Unatis). As Unatis funcionam como projetos de extensão, com uma educação "não formal" voltada ao bem-estar, socialização e lazer, sem conferir um diploma de graduação. São experiências bem diferentes das vividas pelas pessoas entrevistadas na pesquisa, por exemplo. Como destaca o pesquisador, "os estudantes da UFG estão integrados ao ambiente acadêmico formal, com os mesmos direitos, deveres e exigências de qualquer outro aluno, o que lhes garante uma experiência de pertencimento e legitimidade plena, culminando na obtenção de um diploma de graduação".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em sua tese, Delson destaca a iniciativa recente da Universidade de Brasília (UnB) de criar um vestibular exclusivo para pessoas 60+. Para ele, esse é um exemplo de política de acesso que mantém a integração formal, facilita o ingresso e pode ser replicado por outras universidades. Segundo ele, a política da UnB responde a um cenário de demanda social reprimida, pois existe um público potencial com plenas condições intelectuais e existenciais para retornar à universidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De fato, como ele relata, "o número de candidatos para as vagas ofertadas pela UnB é 'sempre absurdamente maior' do que o número de vagas disponíveis, refletindo um movimento de comportamento e atitude das pessoas 60+ que buscam o acesso ao ensino superior". O &lt;a href="https://60mais.unb.br/" target="_blank" rel="noopener"&gt;mecanismo de acesso específico da UnB&lt;/a&gt; inclui a aplicação de uma prova de seleção, além da disponibilização de dois processos seletivos por ano. "É crucial notar que os e as estudantes mais velhos e velhas não desejam 'benefícios gratuitos', mas sim que a universidade reconheça seus acessos formalmente", avalia Delson.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O pesquisador destaca que as pessoas entrevistadas mostraram grande satisfação em entrar na universidade pela mesma via de ingresso de outros estudantes, seja pelo Sistema de Seleção Unificada (SiSU), seja como portador de diploma, vendo como uma vitória pessoal que gera autovalorização e empoderamento. Ele avalia que um edital específico para esse público seria uma ótima forma de incentivar o acesso e, ao mesmo tempo, favorecer o preenchimento de vagas ociosas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A política de acesso foi implantada como uma política institucional que partiu da própria universidade, em conjunto com a Reitoria e a Pró-Reitoria de Ensino (Proen), sendo esta última responsável por executá-la a cada semestre. A política abrange uma "gama de cursos muito grande", e a UnB tem percebido internamente o interesse do processo, o que tem levado a uma constante ampliação do número de cursos ofertados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esse modelo de acesso é defendido na tese como um exemplo que outras universidades públicas poderiam adotar. Ao contrário de muitas instituições que acolhem o público 60+ apenas por meios genéricos, como o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) ou entrega de diploma, a UnB oferece uma forma específica de ingresso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A adoção de políticas específicas de acesso para o público 60+, para o pesquisador, ajudaria a resolver a questão da ociosidade de vagas em diversas universidades. "Mais do que uma obrigação, essa política permite à universidade dar sentido institucional aos recursos e justificar sua relevância social, abrindo-se para a cidadania integrada por jovens, adultos e idosos, combatendo, assim, o 'juventude-centrismo' do ensino superior".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O pesquisador destaca que estamos diante de uma mudança relevante na sociedade, com o envelhecimento da população e uma mudança de perspectiva no que se esperava da velhice. Portanto, para ele, há uma necessidade urgente de as universidades repensarem seu papel diante do envelhecimento populacional.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"É preciso superar a concepção 'juventude-centrista' que ainda estrutura o ensino superior e reconhecer que a busca pelo conhecimento não tem idade; é preciso centrar em atender a cidadania, seja o estudante jovem, adulto ou idoso. Atualmente, o percentual de estudantes com mais de 60 anos na UFG é ínfimo, cerca de 0,21%, o que evidencia a falta de políticas de inclusão, permanência e assistência voltadas para este público. É fundamental que as instituições desenvolvam estratégias de acolhimento e combatam ativamente o etarismo, garantindo que o ambiente os acolha", avalia o pesquisador.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;UFG e projeto no Senado&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A UFG, atenta às mudanças culturais e sociais vivenciadas nos últimos anos, criou, em 18 de outubro de 2024, o &lt;a href="https://envelhecimento.ufg.br/" target="_blank" rel="noopener"&gt;Núcleo Interdisciplinar em Envelhecimento&lt;/a&gt; (Nipee UFG 60+). O Núcleo possui planejamento estratégico e atua nas dimensões do ensino, da pesquisa e da extensão. Entre as metas institucionais em discussão, está a possibilidade de promover maior acesso de pessoas com 60 anos ou mais à Universidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo a coordenadora do Núcleo, Ruth Losada de Menezes, essa pauta vem sendo debatida como uma iniciativa que poderá, futuramente, consolidar-se em política institucional, aproximando a UFG de outras universidades que já adotam medidas semelhantes. Em outubro, o Nipee realizou seu primeiro simpósio, fortalecendo o diálogo sobre o tema.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Existe também o &lt;a href="https://www.camara.leg.br/noticias/1044417-projeto-torna-obrigatorios-vestibulares-especiais-para-ingresso-de-pessoas-idosas-em-universidades" target="_blank" rel="noopener"&gt;Projeto de Lei 468/24&lt;/a&gt; que tramita no Congresso, que torna obrigatórios vestibulares especiais para pessoas idosas, com formatos acessíveis e adequados. O objetivo é garantir a oportunidade igualitária de acesso à educação. Em análise na Câmara dos Deputados, o texto inclui a medida no Estatuto da Pessoa Idosa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Hoje, a lei já prevê que as instituições de educação superior ofertem às pessoas idosas cursos e programas de extensão, presenciais ou à distância, constituídos por atividades formais e não formais. O deputado David Soares (União-SP) é o autor do projeto. Caso seja aprovada, a política será imediatamente obrigatória em todas as instituições de ensino superior.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://repositorio.bc.ufg.br/tede/items/594fd5a1-b005-4552-96df-dbeb24bceb9e" target="_blank" rel="noopener"&gt;Acesse aqui a tese &lt;em&gt;O que você está fazendo aqui? Uma etnografia sobre as narrativas de pessoas com 60 anos de idade ou mais estudantes de graduação da UFG e seus agenciamentos&lt;/em&gt;.&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style="background-color: #f5f5f5; padding: 15px 30px; border-radius: 3px; font-size: 11pt; max-width: 800px; margin: auto; color: #444444;"&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;VOZES DA EXPERIÊNCIA&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;As histórias dos 11 estudantes com 60 anos ou mais na UFG são um mosaico de experiências que refletem as transformações sociais, políticas e culturais do Brasil nas últimas décadas. Embora o perfil predominante seja de pessoas brancas e de classe média, suas trajetórias individuais são marcadamente distintas, revelando uma heterogeneidade de motivações, desafios e visões de mundo. Suas narrativas, da infância à maturidade, contextualizam por que a universidade se tornou um projeto tão significativo nesta fase da vida.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Para preservar o anonimato das fontes, o pesquisador trocou todos os nomes e não revelou seus cursos, conforme orientações éticas de qualquer pesquisa que envolva seres humanos.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Maristela, com 77 anos e a mais velha do grupo, já havia concluído uma graduação em Letras e, no momento da pesquisa, tinha finalizado seu curso na área de Ciências Humanas na UFG. Autodefinida como uma "cigana" e uma "pessoa fuçada" – dinâmica e curiosa –, sua vida foi marcada por mudanças e uma busca constante por novas experiências. Na juventude, seu pai a proibiu de cursar Enfermagem, por não ser "profissão para moças", um reflexo das barreiras de gênero da época. Durante a ditadura militar, já na faculdade, presenciou um professor ser preso em sala de aula. Para ela, voltar a estudar é uma forma de se manter socialmente ativa e contrariar o roteiro esperado para a velhice, que envolveria apenas "cuidar de netos". Seu grande sonho para o futuro é vender seu imóvel e comprar um motorhome para viajar.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Maurício, com 65 anos, já possuía uma graduação em Tecnologia Mecânica e, na UFG, era estudante de um curso de Ciências Exatas. Músico talentoso, optou por uma carreira mais estável após perceber as dificuldades financeiras da vida artística. Sua entrada na UFG foi quase acidental, motivada pelo desejo de ajudar um afilhado a se preparar para o Enem. Crítico dos métodos de ensino que considera "tacanhos" e antiquados, ele curiosamente teve uma boa experiência com o ensino remoto, que considerou mais proveitoso que o presencial. Tendo vivido a juventude durante a ditadura, ele se lembra da violência da época e considera a ideia de um retorno dos militares "uma idiotice sem tamanho".&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Lílian, 64 anos, era estudante de um curso de Ciências Humanas e esta era sua primeira graduação. Embora tivesse iniciado um curso na UFG em 1980, precisou abandonar por conta do trabalho. Sua trajetória representa a de muitas mulheres, cuja educação foi interrompida pelas demandas da vida. Vinda de uma infância pobre "na roça", no interior de Goiás, ela cresceu com um medo profundo dos "comunistas", um pânico moral disseminado pela propaganda da ditadura. Sua trajetória é marcada por uma amizade profunda com sua "alma gêmea", Nenê, uma relação que durou quase 50 anos.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Nídia, aos 69 anos, é uma mulher negra que se autodefine como uma superadora de barreiras. Já formada em Direito, na UFG concluiu um curso na área de Ciências Humanas. Sua trajetória é complexa: seu pai, a quem descreve como sábio apesar de "semianalfabeto", era agente do Dops, o órgão de repressão política da ditadura. Engravidou aos 19 anos, o que descreve como uma "experiência muito ruim", e teve que lutar muito para criar a filha sozinha. Na universidade, sentiu o peso do racismo e do etarismo, percebendo olhares que questionavam sua presença, mas afirma: "Eu sou mulher, negra, então tenho que me superar! Eu enfrento de peito aberto!".&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Regina, com 64 anos, já tinha formação em Publicidade e Propaganda e em Design Gráfico. Na UFG, foi estudante de um dos cursos de Ciências Humanas, mas precisou interrompê-lo por motivos familiares. Convivendo com o Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), descreve-se como muito ansiosa e impulsiva. Sua família vivia com o medo constante da ditadura, o que a levou a ser ensinada a "não viver política". Foi apenas por meio de um teste vocacional que descobriu seu "dom para a arte".&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Pedro, 63 anos, é o "crítico inconformado" do grupo. Mestre em Música, na UFG ele estudava em um curso na área de Artes. Cresceu em Brasília e teve uma juventude politicamente ativa, chegando a ser vigiado pelo DOI-CODI, um dos órgãos de inteligência da ditadura. Sua carreira como violonista foi interrompida por uma queda de cachoeira. Ele reflete que, por ser "loirinho, de olho claro", nunca havia sofrido preconceito, mas agora na velhice sente o peso do etarismo, a sensação de estar "roubando uma vaga" de um jovem.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Armando, 68 anos, era estudante de um dos cursos de Ciências Humanas e esta era sua primeira graduação. Após uma longa carreira em um banco, a aposentadoria foi um "baque" que o confrontou com o medo da inatividade. Para ele, voltar a estudar foi uma forma de "caçar o que fazer" e não ficar "esperando a morte chegar". Ele relata sentir um "etarismo violento" em seu curso, onde colegas questionam sua presença, mas aprendeu a "isolar esses problemas" e focar no aprendizado.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Rui, aos 60 anos, cursava a área de Ciências Humanas. Sua trajetória é de ascensão social e intelectual por meio da educação. Criado em uma "semifavela" em Anápolis, entendeu desde cedo que os estudos seriam sua saída. Frequentou o Senai durante a ditadura, um ambiente que descreveu como opressor. Sua vida foi diretamente impactada pela violência do regime militar quando presenciou um tiroteio em sua casa envolvendo amigos de seu pai, sargentos de esquerda perseguidos.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Lucas, com 65 anos, era estudante de um curso de Ciências Humanas e afirmava que o "fio condutor" de sua vida é o trabalho. Vindo de uma família de classe trabalhadora, seu despertar político ocorreu na adolescência, ao se comover com o caso de Flávia Schilling, uma jovem brasileira presa política no Uruguai, começando a pichar muros com os dizeres "Liberdade para Flávia Schilling". Essa trajetória o levou a abrir a livraria que mantém até hoje. Sua volta à universidade foi marcada por um grande entusiasmo.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Rita, 63 anos, já era mestre em Letras e formada em Biblioteconomia. Na UFG, concluiu um curso na área de Ciências Humanas. Nascida no sertão do Piauí, sua formação foi profundamente influenciada pela Teologia da Libertação e pelo trabalho com Dom Pedro Casaldáliga na Prelazia de São Félix do Araguaia, uma região de intensos conflitos agrários durante a ditadura. Hoje, identifica-se como de classe média alta e vê sua atuação como professora de arte como uma forma de praticar o que aprendeu sobre o que é "justo para a vida de todos e todas".&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Joana, aos 61 anos, era estudante da área de Ciências Humanas e já possuía uma graduação em Recursos Humanos. Sua história é marcada pela fé evangélica, por um "descenso social" após a morte do pai e pela superação de violências, incluindo um casamento com violência doméstica. Ela decidiu voltar a estudar na maturidade, em parte, para realizar um sonho que era de sua irmã. Para ela, manter a "cabeça ocupada com alguma coisa importante" é um grande ganho.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div style="background-color: #f2f2f2; padding: 20px; border-top: 2px solid #00458a; font-family: Arial, sans-serif; width: 100%; box-sizing: border-box;"&gt;
&lt;div style="max-width: 1200px; margin: 0 auto;"&gt;
&lt;p style="margin-bottom: 15px; color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;Receba notícias de ciência no seu celular&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Siga o &lt;strong&gt;&lt;a href="https://whatsapp.com/channel/0029VanjBwGAjPXKH1VS0f1H" target="_blank" rel="noopener"&gt;Canal do Jornal UFG no WhatsApp&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; e nosso perfil no &lt;strong&gt;&lt;a href="https://www.instagram.com/jornalufg/" target="_blank" rel="noopener"&gt;Instagram&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;É da UFG e quer divulgar sua pesquisa ou projeto de extensão?&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="https://forms.gle/ogoDPTdJLbws4Cso9" target="_blank" rel="noopener"&gt;Preencha aqui&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; o formulário.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;Comentários e sugestões&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;a href="mailto:jornal@ufg.br" target="_blank" rel="noopener"&gt;jornalufg@ufg.br&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="color: #333333; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt;"&gt;&lt;strong&gt;Política de uso&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A reprodução de matérias e fotografias é livre mediante a citação do Jornal UFG e do autor.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 09 Oct 2025 13:22:18 -0300</pubDate>
      <link>https://envelhecimento.ufg.br/n/195426-na-contramao-do-etarismo-pesquisa-revela-trajetorias-de-estudantes-60-na-ufg</link>
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    </item>
    <item>
      <title>UFG realiza homenagem aos servidores aposentados em 2024</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Aposentados_2024_05" title="Aposentados_2024_05" src="http://envelhecimento.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1/o/Aposentados_2024_05.jpg?1759506778" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Cerimônia faz parte das ações do projeto Conexão UFG para Toda a Vida&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1/o/Aposentados_2024_03.jpg" alt="Aposentados_2024_03" width="700" height="467" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;em&gt;Ideia é realizar evento de agradecimento aos recém-aposentados anualmente&lt;/em&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Texto: Mariana Xavier&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Fotos: Júlia Barros&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Universidade Federal de Goiás (UFG), realizou, na quarta-feira (1º/10), a cerimônia em homenagem aos servidores aposentados no ano de 2024. A proposta é que a partir de agora, anualmente, seja feito uma solenidade em homenagem aos aposentados da UFG. Além do reconhecimento pelo trabalho prestado, o evento, que compõe as atividades do projeto &lt;a href="https://aposentados.ufg.br/" target="_blank" rel="noopener"&gt;Conexão UFG para Toda a Vida&lt;/a&gt;, tem o objetivo de estabelecer o vínculo dos servidores com a Universidade. Assim, homenageados receberam um crachá, de cordão dourado, que garante livre acesso às instalações da UFG. &lt;a href="/a/homenagem-aos-servidores-aposentados-biblioteca-central-01-10-2025" target="_blank" rel="noopener"&gt;Clique aqui&lt;/a&gt; para ver o álbum de fotos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao todo, 24 pessoas, entre técnicos administrativos em educação (TAEs) e docentes aposentados, participaram da atividade. Os homenageados receberam, também, um quadro em aquarela de autoria de Adriana Mendonça, docente da Faculdade de Artes Visuais, construído a partir de um registro fotográfico de Carlos Siqueira, fotógrafo da Secretaria de Comunicação (Secom) da Universidade. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1/o/Aposentados_2024_05.jpg" alt="Aposentados_2024_05" width="700" height="467" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;em&gt;Crachás com cordão dourado marcam nova etapa do relacionamento dos aposentados com a UFG&lt;/em&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O início da cerimônia foi marcado pela apresentação cultural do coral Vozes do Cerrado, do &lt;span data-huuid="12112197256427426200"&gt;Sindicato dos Trabalhadores Técnico-Administrativos em Educação das Instituições Federais de Ensino Superior do Estado de Goiás&lt;/span&gt; (Sintifesgo), composto por TAEs aposentadas, e teve a mesa diretiva simbólica composta pela reitora da UFG, Angelita Pereira de Lima; o vice-reitor da UFG, Jesiel Freitas Carvalho; o pró-reitor de Gestão de Pessoas da UFG, Sauli dos Santos Junior; o coordenador do projeto Juarez Maia; a presidente do &lt;span data-huuid="13125125617475608932"&gt;Sindicato dos Docentes das Universidades Federais de Goiás&lt;/span&gt; (Adufg Sindicato), Geovanna Reis e o coordenador geral do Sintifesgo, Diego Siqueira. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para o vice-reitor, Jesiel Freitas Carvalho, a cerimônia é um marco importante na valorização dos servidores e na história da Universidade. “Tenho convicção de que começamos uma tradição, simples, mas muito importante”, disse. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Homenageados&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ana Flávia Pereira, técnica administrativa em educação da Rádio UFG, falou sobre a importância de reconhecer que o trabalho feito ao longo dos anos teve resultados na comunidade. “Precisamos ter em mente que a gente passou tanto tempo nesse lugar, conviveu tanto tempo com essas pessoas e é muito triste pensar que não ficou nada do que a gente fez, do que viveu, compartilhou, não significou nada. Nem para os colegas, nem para a instituição. E isso não é verdade”, ressaltou. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Enio Pazini, professor aposentado do curso de Engenharia Civil, tem um sentimento semelhante e vê que tudo se reflete nos esforços de quem se dedicou tanto tempo à Instituição. “Eu acho que é um gesto muito bonito. Porque a gente a gente dedica a nossa vida, o nosso tempo. Isso não quer dizer que não são prazerosos, mas o fato da gente ter esse reconhecimento por parte da UFG, isso nos enche de carinho”, comentou. Ele relembra uma situação marcante que ocorreu próximo ao período de sua aposentadoria, quando ao tentar entrar no prédio onde lecionou por tantos anos, teve seu acesso negado na catraca, devido ao crachá.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1/o/Aposentados_2024_01.jpg" alt="Aposentados_2024_01" width="700" height="467" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;em&gt;Enio Pazini: de docente de Engenharia aposentado a estudante de Jornalismo da UFG&lt;/em&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Hoje, além do crachá de cordão dourado, símbolo de anos de esforço e trabalho, Enio carrega no pescoço um novo vínculo com a Instituição: seu crachá de estudante de jornalismo. “Está sendo uma uma jornada dura, porque eu sigo com as minhas atividades de engenheiro civil das associações que eu represento. Ao mesmo tempo que tenho as minhas obrigações familiares, né? E eu tô sempre com colegas maravilhosos que me ajudam muito.”&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Projeto&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Conexão UFG para Toda Vida, &lt;a href="/n/186976-conexao-ufg-aproxima-universidade-dos-servidores-aposentados" target="_blank" rel="noopener"&gt;lançado em dezembro de 2024&lt;/a&gt;, é um projeto que tem por objetivo oferecer aos servidores aposentados a oportunidade de manter o vínculo  com a Universidade. Para Juarez de Maia, docente aposentado da UFG e coordenador do projeto, o Conexão UFG para Toda Vida é um elo formal entre a Reitoria e os aposentados em seus aspectos culturais, científicos e sociais. “Para isso, nós estamos fazendo várias ações de formação também. Para formação de curso de capacitação, no sentido, por exemplo, de inclusão digital”, explica o professor. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1/o/Aposentados_2024_02.jpg" alt="Aposentados_2024_02" width="700" height="467" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;em&gt;Ana Flávia: a dedicação de décadas deixa marcas positivas na Instituição&lt;/em&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Além dos cursos de capacitação, outro destaque para o projeto é a mudança da modalidade de “servidor-voluntário” para “servidor-sênior”, aprovada pelo Conselho Universitário em julho de 2024, e que reconhece o trabalho desses colaboradores que, mesmo após a aposentadoria, continuam contribuindo com a Universidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Saiba mais&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="https://www.ufg.br/n/186976-conexao-ufg-aproxima-universidade-dos-servidores-aposentados" target="_blank" rel="noopener"&gt;Conexão UFG aproxima Universidade dos servidores aposentados&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 03 Oct 2025 12:46:55 -0300</pubDate>
      <link>https://envelhecimento.ufg.br/n/195235-ufg-realiza-homenagem-aos-servidores-aposentados-em-2024</link>
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    </item>
    <item>
      <title>UFG realiza capacitação em comunicação</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="UFG 60+" title="UFG 60+" src="http://envelhecimento.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1543/o/Banner.jpg?1755627923" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Evento reuniu diversas autoridades&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="line-height: 1.38; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial,sans-serif; color: #000000; background-color: transparent; font-weight: 400; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;1 MC Laura&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="line-height: 1.38; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial,sans-serif; color: #000000; background-color: transparent; font-weight: 400; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;1 apoio, 1 recepção &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="line-height: 1.38; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial,sans-serif; color: #000000; background-color: transparent; font-weight: 400; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;Cobertura fotos e vídeos: Enzo &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="line-height: 1.38; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial,sans-serif; color: #000000; background-color: transparent; font-weight: 400; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;Texto jornalístico: Bruno&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="line-height: 1.38; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial,sans-serif; color: #000000; background-color: transparent; font-weight: 400; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1543/o/POST-OBMEP19_%281%29.png" alt="olhar para todos" width="700" height="875" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="line-height: 1.38; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial,sans-serif; color: #000000; background-color: transparent; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;Programação&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="line-height: 1.38; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial,sans-serif; color: #000000; background-color: transparent; font-weight: 400; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;Fragmentar programação: palestrantes&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="line-height: 1.38; margin-top: 0pt; margin-bottom: 0pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial,sans-serif; color: #000000; background-color: transparent; font-weight: 400; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;criar formulário de inscrição&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 19 Aug 2025 15:27:55 -0300</pubDate>
      <link>https://envelhecimento.ufg.br/n/193817-ufg-realiza-capacitacao-em-comunicacao</link>
      <guid>https://envelhecimento.ufg.br/n/193817-ufg-realiza-capacitacao-em-comunicacao</guid>
    </item>
    <item>
      <title>NIPEE UFG 60+ Promove Simpósio Interdisciplinar em Envelhecimento</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="1º Simpósio Interdisciplinar em Envelhecimento da UFG" title="1º Simpósio Interdisciplinar em Envelhecimento da UFG" src="http://envelhecimento.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1543/o/BANNER_SITE_UFG_60__%28450_x_370_px%29.png?1755022317" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-weight: 400;"&gt;Evento acontecerá no dia 10 de outubro&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p class="p1"&gt;O Núcleo Interdisciplinar em Envelhecimento da Universidade Federal de Goiás (NIPEE UFG 60+), realiza no dia 10 de outubro, às 14 horas, o 1º Simpósio Interdisciplinar em Envelhecimento da UFG. O evento acontecerá no auditório do ADUFG-Sindicato e contará com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Goiás (FAPEG) e da Fundação de Apoio à Pesquisa (FUNAPE).&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;O simpósio tem como objetivo promover o diálogo e a troca de conhecimentos entre diferentes áreas sobre o envelhecimento, promovendo discussões que englobam desde aspectos biológicos e clínicos até determinantes sociais e políticas públicas voltadas à saúde e qualidade de vida da população idosa.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;O evento tem como público-alvo estudantes de graduação e pós-graduação de instituições públicas e privadas, profissionais de saúde e assistência social, representantes de entidades e movimentos em defesa dos direitos da pessoa idosa, pessoas idosas ou demais interessados na temática do envelhecimento.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;O evento contará com apresentação cultural, palestras científicas ministradas por convidados e painel de discussão.&lt;span style="color: #000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;&lt;strong&gt;Sobre inscrição:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;Informamos que as inscrições para o I Simpósio Interdisciplinar em Envelhecimento da UFG encontram-se esgotadas.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;&lt;span style="color: #000000;"&gt;Se você &lt;strong&gt;não realizou&lt;/strong&gt; a sua inscrição, cadastre-se na nossa &lt;strong&gt;lista de espera&lt;/strong&gt; para ser informado assim que surgirem vagas, no link: &lt;a href="https://forms.gle/BZ8gW5aifjSVYZqy5"&gt;https://forms.gle/BZ8gW5aifjSVYZqy5&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;&lt;span style="color: #000000;"&gt;  &lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1543/o/Banner_Evento.png" alt="Simpósio envelhecimento" width="700" height="933" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt; &lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 12 Aug 2025 15:01:51 -0300</pubDate>
      <link>https://envelhecimento.ufg.br/n/193656-nipee-ufg-60-promove-simposio-interdisciplinar-em-envelhecimento</link>
      <guid>https://envelhecimento.ufg.br/n/193656-nipee-ufg-60-promove-simposio-interdisciplinar-em-envelhecimento</guid>
    </item>
    <item>
      <title>UFG 60+ promove painel de especialistas para discutir envelhecimento e sustentabilidade diante das mudanças climáticas</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Painel de especialistas UFG 60+" title="Painel de especialistas UFG 60+" src="http://envelhecimento.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1543/o/noti%CC%81cia_capa_8__%283%29.png?1748628399" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Evento virtual acontece no dia 2 de junho, com inscrições gratuitas e emissão de certificado&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p class="p1"&gt;O Núcleo Interdisciplinar em Envelhecimento da UFG (UFG 60+) promove, no dia 2 de junho, às 19h, em formato virtual pela plataforma Microsoft Teams, o &lt;strong&gt;painel de especialistas “Envelhecimento e Sustentabilidade frente às Mudanças Climáticas"&lt;/strong&gt;, com objetivo debater os impactos das mudanças climáticas no processo de envelhecimento, além de promover reflexões interdisciplinares e intergeracionais sobre saúde, meio ambiente e saberes tradicionais. &lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;A iniciativa integra o I Seminário "Envelhecimento e Sustentabilidade, Demências, Saberes Tradicionais, Mudanças Climáticas e Ancestralidade: Uma perspectiva intergeracional", no e&lt;span class="OYPEnA font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none"&gt;ixo "&lt;/span&gt;&lt;span class="OYPEnA font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none"&gt;Envelhecimento e Sustentabilidade: &lt;/span&gt;&lt;span class="OYPEnA font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none"&gt;Grupo Centro-Oeste", p&lt;/span&gt;lanejado pela Associação Brasileira de Alzheimer (ABRAz) e contribuirá diretamente para a elaboração de uma carta propositiva a ser apresentada na 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30), reforçando o compromisso com a justiça climática intergeracional.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;Entre os palestrantes confirmados estão Denilson Teixeira (&lt;span&gt;&lt;a href="http://lattes.cnpq.br/5697570214519476"&gt;http://lattes.cnpq.br/5697570214519476&lt;/a&gt;)&lt;/span&gt;, com a fala "Sustentabilidade e Envelhecimento: contexto e desafios globais", Antenor Pinheiro, que discutirá "Mobilidade Urbana, Acessibilidade e Envelhecimento Sustentável", e Thiago Lopes Rocha (&lt;span&gt;&lt;a href="http://lattes.cnpq.br/6325937100056775)"&gt;http://lattes.cnpq.br/6325937100056775)&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;, com o tema "Poluição Ambiental: Qualidade da Água e Envelhecimento".&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;A mediação ficará por conta de Juliana Martins Pinto (&lt;span&gt;&lt;a href="http://lattes.cnpq.br/2667599629578531"&gt;http://lattes.cnpq.br/2667599629578531&lt;/a&gt;)&lt;/span&gt;, presidente da ABRAz, regional DF, e Ruth Losada de Menezes (&lt;span&gt;&lt;a href="http://lattes.cnpq.br/0801615424099670"&gt;http://lattes.cnpq.br/0801615424099670&lt;/a&gt;)&lt;/span&gt;, coordenadora do Núcleo Interdisciplinar em Envelhecimento da Universidade Federal de Goiás (UFG 60+).&lt;/p&gt;
&lt;p class="p1"&gt;O seminário é voltado para pessoas idosas, familiares e cuidadores, conselheiros de direitos da pessoa idosa, profissionais e lideranças que atuam na área do envelhecimento, além de estudantes de graduação e pós-graduação interessados na temática.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas pelo formulário online:&lt;a href="https://forms.gle/7nznSCaPhMdhYodX7"&gt; &lt;span class="s1"&gt;https://forms.gle/7nznSCaPhMdhYodX7&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;. Haverá emissão de certificado para os participantes.&lt;/p&gt;
&lt;p class="p2"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1543/o/Envelhecimento_e_sustentabilidade_%286%29.png" alt="Painel de especialistas UFG 60+" width="382" height="478" /&gt;    &lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1543/o/Envelhecimento_e_sustentabilidade_%287%29.png" alt="Painel de especialistas UFG 60+" width="382" height="478" /&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 30 May 2025 15:11:40 -0300</pubDate>
      <link>https://envelhecimento.ufg.br/n/191604-ufg-60-promove-painel-de-especialistas-para-discutir-envelhecimento-e-sustentabilidade-diante-das-mudancas-climaticas</link>
      <guid>https://envelhecimento.ufg.br/n/191604-ufg-60-promove-painel-de-especialistas-para-discutir-envelhecimento-e-sustentabilidade-diante-das-mudancas-climaticas</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Preparação para Aposentadoria: encontros promovem reflexões sobre saúde, rotina e finanças na UFG</title>
      <description>&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Nos dias 27 de março e 03 de abril, servidores da Universidade Federal de Goiás participaram do segundo e do terceiro módulos do Curso de Preparação para Aposentadoria da UFG, realizado por meio de encontros presenciais. A iniciativa é promovida pela Diretoria de Acompanhamento e Saúde do Servidor (DASS), vinculada à PROPESSOAS/UFG. Os encontros foram marcados por momentos de aprendizado, troca de experiências e reflexões profundas sobre essa nova etapa da vida.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na quinta-feira (27), o foco foi a reorganização da rotina e os cuidados com a saúde. A terapeuta ocupacional Camila Carminato conduziu uma conversa sobre como estruturar o dia a dia após a aposentadoria, ressaltando a importância de manter atividades significativas e prazerosas. Em seguida, a fisioterapeuta Cristiane Nagata trouxe orientações sobre o papel da força muscular no envelhecimento saudável, enfatizando a necessidade de manter o corpo ativo. Para encerrar a manhã, os participantes passaram por um rastreio de sarcopenia — condição caracterizada pela perda de massa muscular — realizado por estudantes do curso de Fisioterapia, sob coordenação da professora Ruth Losada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1543/o/WhatsApp_Image_2025-03-27_at_13.59.51_%281%29.jpeg" alt="cristiane e ruth" width="700" height="1244" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Já no dia 03 de abril, o destaque foi a Educação Financeira. O professor Max Valério Lemes, do Instituto de Matemática e Estatística da UFG (IME/UFG), conduziu um bate-papo enriquecedor sobre planejamento e organização financeira. Com uma linguagem acessível e prática, o professor apresentou ferramentas importantes para garantir tranquilidade e segurança financeira na aposentadoria, incentivando os participantes a desenvolverem uma relação mais consciente financeiramente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1543/o/WhatsApp_Image_2025-04-03_at_14.34.20.jpeg" alt="publico" width="700" height="268" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com temas atuais e relevantes, o Programa de Preparação para Aposentadoria com apoio do Núcleo Interdisciplinar em envelhecimento, NIPEE, segue promovendo espaços de escuta, cuidado e orientação, fortalecendo o bem-estar dos servidores/as da UFG em fase de transição para a aposentadoria.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1543/o/WhatsApp_Image_2025-04-03_at_14.34.20_%281%29.jpeg" alt="membros" width="700" height="394" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;                         &lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 10 Apr 2025 10:36:10 -0300</pubDate>
      <link>https://envelhecimento.ufg.br/n/190217-preparacao-para-aposentadoria-encontros-promovem-reflexoes-sobre-saude-rotina-e-financas-na-ufg</link>
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